sexta-feira, 11 de maio de 2012

A PRIMEIRA PRESIDENTA DO BRASIL

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de uma figura ou fato histórico


Dilma Vana Rousseff, 63 anos, mineira radicada no RS, é, depois de 33 homens, a primeira presidenta da República do Brasil. Dilma foi guerrilheira marxista, presa, torturada, cumpriu pena no regime militar, emergindo na volta à democracia como secretária de Energia e Minas da casa civil. Ela chegou à vitória com o apoio de 56% da população do país.
Dilma Rousseff entra para a história como a primeira mulher eleita presidenta do Brasil. Junta-se a um grupo de poderosos que antes dela mostraram que governar bem ou mal independe do gênero.
Dilma Rousseff, depois de eleita diz: “Meu compromisso com o país: valorizar a democracia em toda a sua dimensão”.
Nesse contexto, a presidente é a autoridade máxima do PODER executivo e da República, cabendo a ela as tarefas de chefe de estado e de chefe do governo.
A linguagem usada aqui requer uma roupagem de cerimônia, educada, bem falada, de modo que todos os que a ouçam, possam entender e se identificar com ela, pois há uma disputa de poder.
Quem quer exercer um domínio sobre o outro, vai sempre se valer da linguagem, seja ela verbal oral ou escrita, ou até mesmo não verbal. Esse é o caso da nossa Presidenta da República, pois seu trabalho governamental e de liderança depende de uma boa comunicação.


Bibliografia consultada: REVISTA VEJA. São Paulo: Editora Abril. Edição 2189 – ano 43 – ESPECIAL. Novembro de 2010.

Acadêmica: Sandra Berenice Rodrigues da Luz 

            Professor (a): Marli Cristina Tasca Marangoni
            Disciplina: Estudos da Linguagem

EU TENHO UM SONHO

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de um acontecimento histórico


"Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") é como ficou conhecido o discurso público feito pelo ativista político  Martin Luther King, no qual defendia sua ideologia de plena igualdade racial, sem distinções étnicas.
Proclamado no dia 28 de agosto de 1963, em Washington, D.C. como parte de uma Marcha por Empregos e Liberdade, causou muitas discussões e interpretações na época, como também marcou um momento decisivo na história da América pelos Direitos Civis. Ouvido por mais de duzentas mil pessoas que apoiavam suas ideias, as palavras ditas por King mobilizaram a platéia e agregaram ainda mais vontade e coragem para transformar suas condições sociais.
A linguagem como meio de interação se fez presente, atuando sobre os indivíduos de forma a não só decodificar, mas impulsionar a criação de uma realidade nova. Martin Luther King considerava a linguagem como uma poderosa ferramenta de criação e transformação social. Sonhava com uma coexistência harmoniosa entre negros e brancos. Tamanho o poder de suas palavras, foi eleito o melhor discurso do século XX e é considerado um dos maiores da história.

Sites consultados:
Discurso original traduzido e vídeo:

Acadêmico: Júnior de Arruda
Professora: Marli Cristina Tasca Marangoni
Disciplina: Estudos da Linguagem

quinta-feira, 3 de maio de 2012

VOTAÇÃO - SEMANA ACADÊMICA 2012

Pessoal!

Seguem abaixo algumas sugestões de temas a serem abordados na Semana Acadêmica 2012. Os mesmos foram elencados pela Comissão Organizadora, a partir da análise feita das avaliações do ano anterior. Votem na enquete ao lado!

1) Inclusão (relato de pessoas com deficiência);


2) Autismo


3) Hiperatividade e Déficit de Atenção


4) Dança e musicalização


5) Teatro (expressão corporal)


6) Pedagogia Empresarial


7) Tecnologia Assistiva


8) Relato de ex alunos


9) Outros (indique outros temas)

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ATENÇÃO: A votação estará encerrada no dia 31/05/2012


Participem! Façam parte da construção da Semana Acadêmica 2012 do Curso de Pedagogia do CESF

quinta-feira, 5 de abril de 2012

EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DEMOCRACIA




O sentido político da educação pode ser colocado sob a perspectiva das relações entre educação, cidadania e democracia, sendo que todas elas estão totalmente ligadas.
 Cidadania se refere a uma qualificação da condição de existência dos homens. O homem só é plenamente cidadão se compartilha efetivamente dos bens que constituem os resultados das efetivas mediações de sua existência.
  A democracia está nos referindo à mesma exigência, a partir da perspectiva da sociedade, porém numa qualidade da vida dos homens, baseada no reconhecimento e no respeito mútuo.
  As exigências das relações entre cidadania e democracia não se situam apenas no plano dos princípios abstratos, ao contrário, implicam práticas e situações bem concretas, pois são essas que tecem a vida real das pessoas.
 A educação efetiva-se como mediação para a construção dessa condição de cidadania e de democracia, contribuindo para a integração dos homens no tríplice universo do trabalho, da simbolização subjetiva e das relações políticas. O desafio essencial que a educação enfrenta é o de como preparar as novas gerações para o trabalho, para a vida social e para a cultura da subjetividade, sem degradá-las, sem submetê-las à opressão social ou aliená-las.
É a sociedade que garante a todos seus membros o usufruto efetivo dos bens materiais, simbólicos e políticos. É a qualidade da sociedade que assegura a seus integrantes a condição de cidadania. Ainda que diferentes entre si, por tantos outros aspectos, numa sociedade efetivamente democrática, os homens tornam-se iguais sob o ponto de vista da condição comum de cidadãos.
 O homem, só é plenamente humano se for cidadão, usufruindo de todos os elementos das mediações objetivas de sua existência.
 Para a educação, o ideal a ser perseguido não é um estado de perfeição previamente contido numa essência ou num código genético, mas um estado que se poderá atingir mediante um processo intencional de construção.

Nosso grupo, perante análise conclui que a cidadania deve ser conquistada todos os dias, iniciando dos pequenos atos do cotidiano para que deste modo torne-se um futuro real e de sucesso. É de soberba importância obter primeiramente uma consciência de cidadania, para somente após atingir um status evoluído dentro do desenvolvimento democrático de nosso país.
Referência Bibliográfica
SEVERINO, Antônio Joaquim. Filosofia da educação: construindo a cidadania. In: Educação, Cidadania e  Democracia. São Paulo: FTD, 1994. p. 97-105.
Acadêmicas:
Daiane Dalbosco; Mariana Cristina Stefenon; Rudinéia Dornelles Ribeiro; Suziele Monteiro Perini

quarta-feira, 4 de abril de 2012

SOCIEDADE: SISTEMA OU MODO DE PRODUÇÃO




Em nossa herança escolar, é comum descrevermos a sociedade como sendo um “sistema social”, caracterizada por diferentes fatores, obtendo assim uma diferenciação em suas estruturas.
Essa ideia é defendida pela  teoria funcionalista-positivista onde a sociedade é algo organizado, estruturado, onde as funções são interligadas e completas, absolutas e fechadas no aqui e agora.
O uso desse termo implicaria em uma sociedade perfeita, onde o conjunto de todos os seus elementos, mesmo sendo diferentes entre si, tivessem sua função específica, se entrelaçando de uma forma perfeita e “natural”.
Outro termo muito atual utilizado para conceituar sociedade é o Modo de Produção. Neste perfil a sociedade se estrutura de modo básico a partir da sobrevivência, ou seja, a sua produção. Preocupa-se em entender como se estruturam as sociedades, investigando questões básicas como o nascimento, crescimento e desenvolvimento, e também a maneira de como é obtido o alimento, a bebida, vestimentas, moradia e a sobrevivência em si.
O primeiro ponto de foco é a importância da alimentação como sendo um meio de sobrevivência, onde a partir dessa necessidade suprida, se torna possível desenvolver outras aptidões necessárias ao individuo.
Um segundo ponto importante para este conceito é o pressuposto do fator histórico, onde é necessário, buscar entender a essência e profundidade, através da análise de como a sociedade  conseguiu garantir sua sobrevivência, através de um foco mais científico.
Encontra-se visível a todos a existência de pessoas que lutam para manter tudo como está, de modo normal e “natural”, sem mudanças ou questionamentos, defendendo a teoria funcionalista-positivista, ao mesmo tempo defendem a ideologia que se torna interessante, onde ao final de tudo, sempre haverá um final feliz ao grupo em questão.
Já aos que buscam a mudança, defendem a ideia que tudo pode mudar e que é possível haver transformações contínuas, sendo que tudo tem um por quê e uma causa para existir dentro de sua real origem. Os sistemas sociais (modo de produção) são criações humanas, fenômenos culturais e não simplesmente naturais.  
Guareschi cita Peter Berger, autor que afirma que o individuo que apresenta a capacidade de mudar de um mundo ao qual permanece mergulhado para outro possível de “êxtase”.
Deste modo, o individuo percebe que pode intervir na sociedade transformando algo determinado em uma possibilidade por ele escolhida. Guareschi cita Paulo Freire e seus Círculos Culturais, aonde a diferença entre natureza e cultura vinha à tona, obtendo assim o êxtase de que a sociedade é uma forma possível de se viver, onde a mudança é suscetível.
A TEORIA DO MODO DE PRODUÇÃO
A análise do modo de produção é realizada através de um instrumento, sendo este um meio de poder analisar a sociedade, percebendo as diferenças que existem entre os diferentes modos de se existir entre as sociedades, como o socialista, capitalista ou comunista por exemplo.
Este instrumento se baseia na relação, sendo necessária uma mentalidade revitalizadora que perceba de modo imediato à relação que as coisas têm através da análise da sociedade.
Nenhuma sociedade sobrevive sem sua produção, ou seja, sem comer, deste modo sua relação de produção é necessária, mas nem sempre suficiente. Concluímos que é preciso ter consciência de nossa realidade, bem como investigar as ideologias presentes no cotidiano de nossas vidas, pois a sociedade é composta por um fenômeno cultural, onde suas origens e consequências são primordiais para seu entendimento.

Referência Bibliográfica:
GUARESCHI, Pedrinho A. Sociologia crítica: alternativas de mudança. 42 ed. Porto Alegre: Mundo Jovem, 1997. 124 p.

Acadêmicas:
Daiane Dalbosco; Mariana Cristina Stefenon; Rudinéia Dornelles Ribeiro; Suziele Monteiro Perini









Uma aula no Centro de Farroupilha e em meio a mata nativa

As alunas e professora Janete Alves, da disciplina de Didática das Ciências do Curso de Pedagogia do CESF, aproveitaram o sábado de sol, no dia 31 de março para uma aula ao ar livre. Acompanhando a Professora e Bióloga Suzana Messinger e o estudante de Biologia Maurício Bettio, em uma trilha em meio a mata nativa, tiveram a oportunidade de conhecer o ambiente que está preservado no Parque dos Pinheiros e uma rica diversidade de seres da flora e da fauna que muito farroupilhenses ainda desconhecem.


           Foi uma caminhada muito agradável. As aprendizagens começaram antes mesmo da realização da trilha, quando a professora Suzana explicou as diferenças entre as plantas exóticas e as plantas nativas, os tipos de pinheiros que há no Parque, os cuidados, necessidades e reprodução das plantas, entre outras explicações sobre aquilo que estava ao alcance da visão. 
           Durante a trilha ocorreram várias paradas para aprender sobre as funções de cada elemento do ecossistema que se percebia no trajeto, para admirar a beleza das diferentes espécies e ouvir o canto dos pássaros, procurando identificar os sons.
A conclusão é de que ninguém saiu do Parque dos Pinheiros do mesmo modo que entrou, pois o Parque agora é visto com “outros olhos”, olhos muito mais atentos à diversidade que ali pode ser contemplada.
Professora Ms. Janete Fassini Alves
Disciplina - Didática das Ciências

terça-feira, 3 de abril de 2012

AULA INAUGURAL 2012-1

       No dia 27 de fevereiro de 2012, os acadêmicos do Curso de Pedagogia do CESF tiveram o privilégio de contar com a presença e a fala do Professor Mestre Fernando Sidnei Fantinel. Fernando é Professor do Centro de Filosofia e Educação da UCS, Mestre em Filosofia e Doutorando em Linguística.
Nessa noite o tema abordado foi  A sociedade moderna e as novas gerações.
Ricas reflexões que nos ajudam a construir um conhecimento de mundo e de sociedade, de forma mais crítica.



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