segunda-feira, 21 de maio de 2012

AMOR PELA PEDAGOGIA

                Resolvi escolher estudar Pedagogia porque amo crianças, acredito saber lidar com elas. Tive muitas dúvidas sobre a minha profissão, mudei várias vezes. Como minha mãe é professora, ela foi me explicando passo a passo sobre o que realmente era Pedagogia, o relacionamento entre professor-aluno, a importância de motivá-los, do interesse deles no processo de aprendizagem, de como lidar e ajudá-los nas dificuldades durante o processo.
                Ser uma aluna do curso de Pedagogia é fácil, difícil é saber como fazer e como lidar com crianças, principalmente quando possuem algum tipo de deficiência. Um professor que me marcou muito, foi o professor Volnei, de Biologia; ele sempre falava muito, que deveríamos ter certeza de tudo aquilo que seremos e que queremos para a nossa vida, pois nela, há muitos obstáculos, e deveríamos tentar superar todos.
                Há uma citação que me marcou demais: “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia construirei um castelo!”. As pedras são os saberes da experiência e saberes pedagógicos, e o castelo sendo eu me formando como pedagoga, exercendo minha profissão.
                Não chegaríamos até aqui hoje se não fosse por um professor que se dedicou para nos ensinar, para sermos alguém na vida. E é por isso que estou estudando Pedagogia, pois quero fazer o mesmo com os meus alunos depois de formada. É preciso saber ensinar, renovar a prática e a teoria no processo de aprendizagem. Para sermos futuras pedagogas, é necessário muito compromisso, comprometimento e responsabilidade, mas o mais importante de tudo: AMAR a profissão!
                                                              
                               Texto escrito pela acadêmica: Andressa Silvestrin Brustolin, do curso de Pedagogia, 1º semestre, 2012, na disciplina de Paradigmas Educacionais, Pedagogia e Docência, profª Ms. Denise Madeira de Castro e Silva

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Resenha Crítica

Conforme Travaglia (2005), existem três maneiras de explicar a linguagem. Na primeira concepção, a linguagem é vista como expressão de pensamento.
Já na segunda concepção, a linguagem seria apenas um meio de comunicação, ou seja, serviria apenas para transmitir uma mensagem a um receptor.
E, por fim, temos a linguagem como forma de interagir com o outro, isto é, dialogar, trocar ideias, agir e atuar sobre o interlocutor.
Acreditamos que o processo de linguagem necessita destas três concepções apontadas pelo autor, considerando que é fundamental expressar pensamentos e comunicar-se para haver uma maior interação.
Recomendamos a leitura desse texto tanto para acadêmicos do curso de pedagogia, quanto para outros cursos, pois a linguagem é fundamental para o desenvolvimento social e intelectual do ser humano.

Referências bibliográficas:
TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
Acadêmicas: Bruna Picolotto Soares, Daiana Maciel Cezar, Letícia Capelezzo, Renata Tres, Pamela Onzi e Viviane Menon.
Professor (a): Marli Cristina Tasca Marangoni
Disciplina: Estudos da Linguagem

O PEDÁGIO E O VAI-E-VEM DAS PALAVRAS

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de uma figura ou fato histórico

A instalação da praça de pedágio da Empresa Convias na RS 122, entre Farroupilha e Caxias, foi um marco, sem dúvida, para a população, não somente desses dois municípios, mas de toda região.
O fato de a serra gaúcha ser um polo de desenvolvimento econômico, faz com que o fluxo de veículos, de passeio ou carga, entre os municípios seja muito intenso e a implantação da praça de pedágio  “se fez necessária.”
Claro que a cobrança de pedágio não foi e nem é hoje, recebida com aceitação pela população, já que o valor é relativamente alto em relação a outras cobranças feitas em localidades com uma extensão bem maior de rodovia.
As manifestações contra ou favor da cobrança do pedágio foram e ainda são muitas e retratam bem a força da palavra, o uso da linguagem. No protesto ocorrido há alguns meses, a população expôs seu repúdio à cobrança, fez com que a empresa concessionária e o governo revissem o acordo entre ambos.
Fato consumado, fez-se necessária a melhoria do desvio, o calçamento providenciado  pela prefeitura de Farroupilha promoveu uma mudança social econômica e política, a partir do aumento do comércio de tendas ao longo do desvio, o que também gerou polêmica, envolvendo opiniões a favor e contra.
Assim, percebe-se que o uso da linguagem faz parte das mudanças que ocorrem diariamente no meio em que vivemos. 

Bibliografia consultada: Jornal Pioneiro
Acadêmica: Terezinha Herpich
Professor (a): Marli Cristina Tasca Marangoni
Disciplina: Estudos da Linguagem

O PODER DA PALAVRA

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de uma figura histórica

Madre Tereza de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu, foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedónia e naturalizada indiana.
Considerada a missionária do século XX, impressionada com os problemas sociais da Índia, que se refletiam nas condições de vida das crianças, mulheres e velhos que viviam na rua e em absoluta miséria, concretizou o projeto de apoiar e recuperar os desprotegidos da Índia.
Dois anos depois, e após muita insistência, o Papa Pio XXI permitiu que abandonasse as suas funções enquanto monja, para iniciar uma nova congregação de caridade, cujo objetivo era ensinar as crianças a ler. Iniciou a sua atividade reunindo algumas crianças, a quem começou a dar algumas noções do alfabeto e regras de higiene.
Madre Tereza de Calcutá se destacou por suas frases cheias de sabedoria. Segundo alguns depoimentos, ela mudava e ainda muda vidas com suas palavras. Disse João Paulo II: “Através do sorriso, palavras e obras da Irmã Tereza, Jesus caminhava novamente entre nós pelas ruas do mundo, como o Bom Samaritano”.
Entre muitas, algumas frases de Madre Teresa de Calcutá: “Não me convidem para um movimento contra a guerra. Convidem-me para uma passeata a favor da paz”, “Se você vive julgando as pessoas, não tem tempo para amá-las”. Quando Madre Teresa recebeu o Prêmio Nobel, perguntaram-lhe: “-O que podemos fazer a fim de promover a paz mundial?”. Ela respondeu: - “Voltem para casa e amem as suas famílias”.
Madre Teresa nasceu em 1910, morreu em 1997 e foi beatificada em 19 de outubro de 2003.
Madre Teresa é digna de minha admiração, pois acredito que não existe poder maior da palavra quando ela muda o pensamento e principalmente o coração das pessoas.

Bibliografia consultada: Pensador. info e Area Jesus.

Acadêmica: Manuela Onzi
Professor (a): Marli Cristina Tasca Marangoni
Disciplina: Estudos da Linguagem

A PRIMEIRA PRESIDENTA DO BRASIL

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de uma figura ou fato histórico


Dilma Vana Rousseff, 63 anos, mineira radicada no RS, é, depois de 33 homens, a primeira presidenta da República do Brasil. Dilma foi guerrilheira marxista, presa, torturada, cumpriu pena no regime militar, emergindo na volta à democracia como secretária de Energia e Minas da casa civil. Ela chegou à vitória com o apoio de 56% da população do país.
Dilma Rousseff entra para a história como a primeira mulher eleita presidenta do Brasil. Junta-se a um grupo de poderosos que antes dela mostraram que governar bem ou mal independe do gênero.
Dilma Rousseff, depois de eleita diz: “Meu compromisso com o país: valorizar a democracia em toda a sua dimensão”.
Nesse contexto, a presidente é a autoridade máxima do PODER executivo e da República, cabendo a ela as tarefas de chefe de estado e de chefe do governo.
A linguagem usada aqui requer uma roupagem de cerimônia, educada, bem falada, de modo que todos os que a ouçam, possam entender e se identificar com ela, pois há uma disputa de poder.
Quem quer exercer um domínio sobre o outro, vai sempre se valer da linguagem, seja ela verbal oral ou escrita, ou até mesmo não verbal. Esse é o caso da nossa Presidenta da República, pois seu trabalho governamental e de liderança depende de uma boa comunicação.


Bibliografia consultada: REVISTA VEJA. São Paulo: Editora Abril. Edição 2189 – ano 43 – ESPECIAL. Novembro de 2010.

Acadêmica: Sandra Berenice Rodrigues da Luz 

            Professor (a): Marli Cristina Tasca Marangoni
            Disciplina: Estudos da Linguagem

EU TENHO UM SONHO

Refletindo sobre as relações entre linguagem e poder, à luz de um acontecimento histórico


"Eu Tenho um Sonho" (em inglês: "I Have a Dream") é como ficou conhecido o discurso público feito pelo ativista político  Martin Luther King, no qual defendia sua ideologia de plena igualdade racial, sem distinções étnicas.
Proclamado no dia 28 de agosto de 1963, em Washington, D.C. como parte de uma Marcha por Empregos e Liberdade, causou muitas discussões e interpretações na época, como também marcou um momento decisivo na história da América pelos Direitos Civis. Ouvido por mais de duzentas mil pessoas que apoiavam suas ideias, as palavras ditas por King mobilizaram a platéia e agregaram ainda mais vontade e coragem para transformar suas condições sociais.
A linguagem como meio de interação se fez presente, atuando sobre os indivíduos de forma a não só decodificar, mas impulsionar a criação de uma realidade nova. Martin Luther King considerava a linguagem como uma poderosa ferramenta de criação e transformação social. Sonhava com uma coexistência harmoniosa entre negros e brancos. Tamanho o poder de suas palavras, foi eleito o melhor discurso do século XX e é considerado um dos maiores da história.

Sites consultados:
Discurso original traduzido e vídeo:

Acadêmico: Júnior de Arruda
Professora: Marli Cristina Tasca Marangoni
Disciplina: Estudos da Linguagem

quinta-feira, 3 de maio de 2012

VOTAÇÃO - SEMANA ACADÊMICA 2012

Pessoal!

Seguem abaixo algumas sugestões de temas a serem abordados na Semana Acadêmica 2012. Os mesmos foram elencados pela Comissão Organizadora, a partir da análise feita das avaliações do ano anterior. Votem na enquete ao lado!

1) Inclusão (relato de pessoas com deficiência);


2) Autismo


3) Hiperatividade e Déficit de Atenção


4) Dança e musicalização


5) Teatro (expressão corporal)


6) Pedagogia Empresarial


7) Tecnologia Assistiva


8) Relato de ex alunos


9) Outros (indique outros temas)

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ATENÇÃO: A votação estará encerrada no dia 31/05/2012


Participem! Façam parte da construção da Semana Acadêmica 2012 do Curso de Pedagogia do CESF